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Luiz Amorim, criador do projeto, começou a trabalhar cedo. Aos 16 anos, quando foi alfabetizado, o primeiro livro que Luiz leu foi um gibi de filosofia de Karl Marx. Com o passar dos anos, ele juntou suas economias e conseguiu comprar o açougue, passando de funcionário para dono.

O projeto teve início em 1994, quando conseguiu comprar o açougue onde trabalhava. No começo, a biblioteca era apenas uma prateleira com dez livros para emprestar aos clientes, enquanto aguardavam a mercadoria. O projeto se transformou em referência em Brasília, e foi rebatizado de Estação Cultural.

Luiz criou a biblioteca com um único objetivo: incentivar e democratizar a leitura, uma vez que, por meio dela, passou a ter outra visão de mundo. “A finalidade é dar cidadania, humanizar o espaço público. O livro na parada de ônibus vai ao encontro das pessoas. Torna-se uma tarefa mais fácil, porque é mais difícil pessoas se deslocarem de suas casas para uma biblioteca. Às vezes, elas não têm tempo”, justifica Luiz.

Luiz achou tão importante a democratização da leitura que não parou apenas no açougue, levando a ideia para as paradas de ônibus.

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